domingo, 11 de dezembro de 2011

Reformulação de Guião

Após análise dos guiões dos nossos colegas, bem como de considerações feitas no fórum dedicado para discussão dos guiões, o grupo Quatro reuniu-se, justificando num post a sua posição quando delineou o seu Guião, mas igualmente pretendendo indicações sobre o que poderia fazer para melhorar o trabalho, conforme citação abaixo:

"Boa tarde, professor e colegas :-)
Em primeiro lugar, parabéns a todos os grupos pelo trabalho realizado!
Relativamente às notas deixadas pelo professor, ficam aqui os nossos comentários/perguntas:
1.º Inquérito por questionário / entrevista
No nosso guião tivemos o cuidado de além das perguntas fechadas – para facilitar o tratamento de dados – permitir sempre ao entrevistado refletir sobre as questões colocadas. As perguntas completamente fechadas, no nosso ponto de vista, serviam para compreender o contexto em que o entrevistado trabalha. No entanto, considera que este é um aspeto que devemos corrigir?
2.º Inquérito por entrevista presencial
Durante a realização deste guião tivemos esta dúvida. No entanto, depois do professor nos esclarecer, reformulámos as nossas questões para o entrevistado não ter de escrever nada. A parte de layout por nós trabalhada tem como objetivo facilitar o entrevistador a tirar apontamentos. Além disso, contemplamos a possibilidade, para nós essencial, de utilizar um instrumento de gravação.
3.º Objetivos e dimensões estudadas
Tentámos colocar os objectivos e as dimensões estudadas. Considera que devemos enriquecer o guião definindo subcategorias?
4.º Número de questões
Uma vez que, segundo o professor, teremos apenas que tentar perceber os principais procedimentos a este nível (entrevista), deveremos reduzir o número de questões?
Atentamente,
Grupo 4" 

Após resposta do docente e refletindo sobre o que foi dito ao grupo e restantes colegas, resolveu-se reformular o guião respeitando a sua essência. O fruto dessa reflexão aqui fica:



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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Guião da Entrevista - Proposta do grupo Quatro


O presente guião de entrevista foi criado pelo grupo Quatro, do mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia, da Universidade Aberta, no âmbito da unidade curricular Métodos de Investigação em Educação em 2011, sob a orientação do docente António Moreira.
Foi estruturado para realizar um estudo de caso sobre as redes sociais em contexto educativo e tem como finalidade conhecer as práticas/projetos pedagógicos implementadas por professores do ensino básico e secundário nas redes sociais (Facebook, MySpace, Twitter, Google +, Hi5, YouTube).

Aqui fica a proposta do grupo Quatro para exploração.



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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Entrevista

Este método de recolha de dados é frequentemente associado com o método qualitativo, mas pode ser igualmente usado no método quantitativo.


Segundo Fehring (2009), citando Minichiello, Aroni, & Hays (2008), a entrevista é um processo complexo e envolvente quando usado como uma ferramenta de pesquisa social.


Segundo Coutinho, citando Powney et Watts, a entrevista pode ser catalogada em duas grandes categorias: orientada para a resposta e orientada para a informação. Quando é orientada para a resposta, o entrevistador mantém o controlo no decurso de todo o processo. Orientada para a informação quando visa circunscrever a percepção e o ponto de vista de uma pessoa ou grupo de pessoas perante uma dada situação. Esta ideia é partilhada por Hoepfl (1997), quando parafraseia Bogdam & Bicken (1982):
Qualitative interviews may be used either as the primary strategy for data collection, or in conjunction with observation, document analysis, or other techniques.
Ademais, Coutinho refere que Pourtois e Desmet (1988) preferem a utilização da entrevista não directiva, processo interactivo onde o investigador deve encorajar a livre expressão do sujeito através de uma escuta atenta e activa, do que a entrevista clínica que em linhas gerais correspondem à designada entrevista orientada para a resposta por Powney e Watts (1989).


Segundo Hoepfl, Patton indica três tipos de entrevistas qualitativas
1) entrevistas informais ou de conversação
2) Entrevistas semi-estruturadas
3) Entrevistas estandardizadas


Já Cohen, Manion, & Morrison (2005, pp. 207-273) indica que existem quatro tipos principais de entrevistas: 
(a) a entrevista estruturada
Cujo conteúdo e procedimentos são organizados antecipadamente, sabendo-se a sequência do questionário e a duração prevista para o mesmo, deixando pouca liberdade para modificações. É caracterizada por ser uma situação fechada. 

(b) a entrevista não-estruturada
Que é baseada numa situação aberta, possibilitando uma maior flexibilidade e liberdade ao ao entrevistador.


(c) a entrevista não-diretiva 
Cuja principal característica é a minimização do controle e direção por parte do entrevistador e a liberdade do entrevistado em expressar as suas opiniões e sentimentos subjetivamente e de forma espontânea da forma como este pode e consegue. 
The informant is encouraged to talk about the subject under investigation (usually himself) and the course of the interview is mainly guided by him. There are no set questions, and usually no predetermined framework for recorded answers. The interviewer confines himself to elucidating doubtful points, to rephrasing the respondent’s answers and to probing generally. It is an approach especially to be recommended when complex attitudes are involved and when one’s knowledge of them is still in a vague and unstructured form. (Moser and Kalton, 1977)

(d) a entrevista focalizada 
É o resultado duma tentativa de devolver um pouco mais o controlo ao entrevistador numa situação não-diretiva..  Cohen, Manion, & Morrison citam Merton and Kendall (1946),  
In the usual depth interview, one can urge informants to reminisce on their experiences. In the focused interview, however, the interviewer can play a more active role: he can introduce more explicit verbal cues to the stimulus pattern or even represent it. (Cohen, Manion, & Morrison, 2005)
Segundo Cohen, Manion, & Morrison (2005), dever-se-á seguir os sete passos referidos por Kvale para a criação de uma entrevista que pretende respostas para um processo de investigação:
  1. Tematizar o propósito da entrevista, indicar os motivos que a orientam e descrever os tópicos a investigar (definição de "O quê?" e "Porquê?")
  2. Desenhar a entrevista tendo em conta todos os passos da investigação
  3. Entrevistar  baseando-se num guião os entrevistados tendo em conta os dados a recolher para a investigação
  4. Transcrever a entrevista de texto oral para escrito
  5. Analisar os dados obtidos nas entrevistas
  6. Verificar/Validar a fiabilidade dos dados obtidos
  7. Comunicar os resultados à comunidade científica.
Tendo isto em conta, repare-se na seguinte proposta de Alcino (1998-200?) que julgo relevante no que se refere às atividades a ter em mente no passo 2. Desenhar a entrevista tendo em conta todos os passos da investigação:
Etapas a seguir na elaboração do guião de entrevista
1. Descrição do perfil do entrevistado (nível etário, escolaridade, nível socio-cultural, personalidade,...);
2. Selecção da população e da amostra de indivíduos a entrevistar;
3. Definição do propósito da entrevista (tema, objectivos e dimensões);
4. Estabelecimento do meio de comunicação (oral, escrito, telefone, e-mail, …), do espaço (sala, jardim, …) e do momento (manhã, duração, …);
5. Discriminação dos itens ou características para o guião;
5.1. Elaborar perguntas dos itens, de acordo com o definido nos pontos anteriores;
5.2. Considerar as expectativas do entrevistador;
5.3. Considerar as possíveis expectativas dos leitores/ouvintes;
5.4. Formular perguntas abertas (O que pensa de...?) e fechadas (Gosta de...?);
5.5. Evitar influenciar as respostas;
5.6. Apontar alternativas para eventuais fugas à pergunta;
5.7. Estabelecer o número de perguntas e proceder à sua ordenação, dentro de cada dimensão;
5.8. Adequar as perguntas ao entrevistado, seleccionando um vocabulário claro, acessível e rigoroso (sintaxe e semântica);
6. Produção do guião com boa apresentação gráfica;
6.1. Redigir o cabeçalho com identificação (instituição, proponentes, título, data)
6.2. Incluir uma apresentação sucinta da entrevista, incluindo os objectivos;
6.3. Alinhar as perguntas na vertical e com espaçamento ajustado;
6.4. Utilizar tipo de letra legível, parágrafo justificado, margens da página com 2 cm e, eventualmente, imagens à direita do texto;
7. Validação da entrevista pela análise e crítica de personalidades relevantes.
Simões, Alcino. (1998-200?)


Ainda em relação a este tema deixava-vos duas apresentações sobre este tema, bem como uma página sobre as vantagens e desvantagens da condução de uma entrevista através da internet, disponível em http://www.restore.ac.uk/orm/interviews/intads.htm


O processo de recolha de dados - entrevista




Bibliografia:
Cohen, L., Manion, L., & Morrison, K. (2005). Research Methods in Education. Obtido em 25 de 10 de 2011, dehttp://www.mums.ac.ir/shares/nurse/nurse_coll/EDO/manabe%20Amuzeshi/research%20method%20in%20education.pdf 
Coutinho, C. (s.d.). Técnicas de recolhas de dados. Obtido em 24 de 10 de 2011, de Utilização do WIKI no Mestrado em Tecnologia Educativa: http://claracoutinho.wikispaces.com/T%C3%A9cnicas+de+recolhas+de+dados
Fehring, H. (2009). Book Review: In-Depth Interviewing. Principles, Technique, Analysis. Obtido em 25 de 11 de 2011, de Eurasia Jornal of Mathematics, Science & Technology Educaiton: http://www.ejmste.com/v5n3/EURASIA_v5n3br_Fehring.pdf
Hoepfl, M. C. (1997). Choosing Qualitative Research: A Primer for Technology Education Researchers. (M. Sanders, Ed.) Obtido em 6 de 9 de 2011, de Jornal of Technology Education: http://scholar.lib.vt.edu/ejournals/JTE/v9n1/hoepfl.html
Simões, A. (s.d.). Como realizar uma entrevista passo-a-passo. Obtido em 19 de 11 de 2011, de Folha do alcino: http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/ideias/comunica/entrevista.htm 




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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Amostra

Segundo Cohen (2005), existem quatr fatores-chave na amostragem:

1 - Tamanho da amostra.
Citando Borg e Gall (1979:195), Cohen refere que, como regra geral, tamanhos de amostra deve ser grande, onde:
 há muitas variáveis​​;
• apenas pequenas diferenças ou relações de pequeno porte são esperados ou previstos;
 a amostra será dividida em subgrupos;
 a amostra é heterogênea em termos das variáveis ​​em estudo;
 medidas confiáveis ​​da variável dependente não estão disponíveis.



Fonte: D'Arcy (1990)

- Representatividade e parâmetros da amostra.
É importante que a amostra represente de fato toda a população em questão. Verificar as variáveis que poderão alterar o resultado (idade, sexo, ocupação, região, clima...)


3 - Acesso à amostra.
Cohen menciona que nem sempre é suficiente ser capaz de "obter" a amostra, o problema poderá ser "conseguir que a informação flua" para o público em geral.

4 - Estratégia de amostragem a ser utilizada.

Existem dois métodos de escolha de amostra: a probabilística e a não-probabilística. 
Numa amostra probabilística as chances de membros da população em geral serem selecionados para a amostra são conhecidas, enquanto que numa amostra não-probabilística as chances de membros da população em geral sendo selecionados para a amostra são desconhecidos. No primeiro (amostra probabilística) todos os membros da população em geral tem uma chance igual de ser incluído na amostra; inclusão ou exclusão da amostra é uma questão de sorte e nada mais. Na amostra não-probabilística alguns membros da população em geral serão excluídos definitivamente e outros definitivamente incluídos (ou seja, cada membro da população em geral não têm a mesma chance de serem incluídos na amostra). Neste último tipo o pesquisador pode ter deliberadamente selecionado uma seção especial de toda a população para incluir ou excluir da amostra.


Fonte: rpublicando.blogspot.com (adapt.)

Sampling Methods in Qualitative and Quantitative Research

Fonte: Slideshare
Bibliografia:
Cohen, L., Manion, L., & Morrison, K. (2005). Research Methods in Education (5th ed.). London: Routledge Falmer. Obtido em 18 de 10 de 2011 em http://www.mums.ac.ir/shares/nurse/nurse_coll/EDO/manabe%20Amuzeshi/research%20method%20in%20education.pdf 
D'Arcy, D. (2009). The community's toolbox: The idea, methods and tools for participatory assessment, monitoring and evaluation in community forestry. Community Forestry Field Manuals. Rome. FAO. Obtido em 26 de 11 de 2011 em http://www.fao.org/docrep/x5307e/x5307e00.htm 
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Investigação-Ação

O que é?
Pesquisa-ação pode ser descrita como uma família de metodologias de pesquisa que prossegue a sua ação (ou mudança)  e investigação (ou compreensão)  ao mesmo tempo.  Na maioria  faz isso  usando um processo cíclico ou em espiral que se alterna entre ação e reflexão crítica e,   nos ciclos  tardios,  continuamente refinando métodos, dados e interpretação à luz do entendimento desenvolvido nos ciclos anteriores. É, portanto, um processo emergente que toma forma à medida que aumenta a compreensão, é um processo iterativo que converge para uma melhor compreensão do que acontece. Na maioria de suas formas, também é participativa (entre outros motivos, a mudança é geralmente mais fácil de conseguir quando os afetados pela mudança estão envolvidos)  e qualitativa. 

Resumindo, investigação-ação é uma metodologia que combina "ação" e "pesquisa" em conjunto. Durante um estudo do pesquisador repete o processo de executar uma ação, refletindo sobre o que aconteceu e usar essas informações para planejar sua próxima ação. Este processo de investigação-ação tem um efeito refinado na ação e o pesquisador vai ganhando compreensão do que está acontecendo conforme investigação. (Dick, 1999)


Segundo Masters (1995), existem três tipos de investigação-ação:
Tipo 1: técnica / técnico-colaborativa / científica-técnico/positivista
Tipo 2: Perspetiva mutual-colaborativa / pratico-deliberativa-interpretativa
Tipo 3: abordagem aperfeiçoamento / crítico-emancipatória investigação-ação / ciência perspectiva crítica




















Fonte: SlideshareReferências
Dick, Bob (1999)  What is action research? Disponível online em http://www.scu.edu.au/schools/gcm/ar/whatisar.html
Masters, J. (1995) 'The History of Action Research' in I. Hughes (ed) Action Research Electronic Reader, The University of Sydney, online  http://www.behs.cchs.usyd.edu.au/arow/Reader/rmasters.htm 



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Recolha de Dados - Questionário

A recolha de dados pode ser diferenciada. Consultemos o esquema que cruza duas fontes sobre este assunto.

Segundo Cohen (2004:245), ao construir um questionário deveremos passar pelas seguintes etapas:
  • questões éticas;
  • planeamento de um questionário;
  • operacionalização do questionário;
  • questionários estruturados, semi-estruturados e não estruturados ;
  • evitando armadilhas na escrita das questões;
  • perguntas dicotômicas;
  • questões de múltipla escolha;
  • ordem;
  • escalas de avaliação;
  • perguntas abertas;
  • fazer perguntas sensíveis;
  • sequenciamento das perguntas;
  • questionários contendo poucos itens verbais;
  • o layout do questionário;
  • carta/página de abertura e carta de acompanhamento;
  • pilotagem do questionário;
  • considerações práticas sobre o design de questionário;
  • questionários postais;
  • processamento de dados do questionário.
Elaborar um questionário implica tempo e esforço.


Métodos de recolha de dados - Questionários
Entre outras classificações possíveis, as questões podem ser classificadas de acordo com a estrutura da resposta. Assim Cohen e outros (2007) distinguem as seguintes:
  • Questões dicotómicas - Podem ter várias formas e frequentemente requerem respostas do tipo "Sim"/"Não";
  • Questões de escolha múltipla - o investigador pode optar por este tipo de pergunta onde o conjunto de opções possíveis pode captar melhor todo o tipo de respostas possíveis. A questão 11 do questionário da dissertação em análise nesta actividade é um exemplo de item de escolha múltipla;
  • Questão de ordenação - Este tipo de questão pede aos respondentes que identifiquem prioridades, atribuindo graus de importância ou de valor a determinadas opções.
  • Questões de classificação - Questões que requerem que o respondente classifique, assinalando uma opção de uma escala composta por diferentes valores de resposta.
  • Questões de soma constante - É, por exemplo, pedida a distribuição de um número de pontos, livremente, por diferentes opções disponíveis, de acordo com o valor que o respondente dá a cada uma delas.
  • Questões "ratio data" - Questões que solicitam valores como idade, peso ou classificação de terminado parâmetro de 1 a 10, por exemplo.
  • Questões abertas - Requerem uma resposta livre, que se pretende honesta, sendo por vezes um comentário pessoal.
  • Questões matriz - Estas questões não são propriamente um tipo de questão, mas refere-se a uma forma de apresentar as respostas e é em muito semelhante a questões de classificação.
  • Questões de contingência - Dependem de respostas dadas a questões anteriores. A primeira questão funcionou como uma "questão filtro" e a necessidade de responder à segunda depende da resposta dada à primeira.
    Este último tipo de questões, assim como as questões ramificadas, são desaconselhadas pelos autores, uma vez que tornam maçadora a resposta ao questionário.



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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O papel da internet no processo de construção de conhecimento

Questões quanto ao método utilizado nesta investigação:


São apresentados claramente os objetivos claros que presidiram à elaboração do questionário?
Foram apresentados os objetivos que os questionários deveriam responder:
“… na sua génese estiveram os seguintes objetivos:
·         Verificar a facilidade de acesso (ou não) da internet.
·         Verificar a frequência de acesso à rede.
·         Apurar as razões de uma fraca navegação na internet (se for o caso)
·         Identificar os interesses que motivam o acesso à rede.
·         Caracterizar a relação dos dois grupos com a internet, em termos técnicos.
·         Identificar as representações que os atores educativos têm acerca dos conteúdos presentes na Rede e a sua organização.
·         Verificar o grau de importância atribuída à internet.
·         Aquilatar o grau de confiança relativamente aos conteúdos que circularam na internet
·         Comparar as perspectivas e práticas dos dois grupos alvos.
Caracterizar a relação dos alunos com a internet, sob o ponto de vista dos professores, em termos técnicos e cognitivos.
·         Verificar se os professores ajudam os alunos nas suas pesquisas realizadas na internet.” (pp. 64 -65)

Foram indicados os passos que estiveram subjacentes à construção do questionário?
Foram indicados os passos relativos à construção do questionário (definição dos objetivos; caracterização da amostra; validação do questionário).

A amostra é claramente identificada?
É referido que o inquérito foi aplicado a 350 alunos e a 110 professores  (p.65). 

É indicado o método usado na definição da amostra?
Não. É somente referido que não foi aleatoriamente:
“O critério de seleção das escolas foi a existência de professores aí colocados que mostraram interesse de colaborar na aplicação dos inquéritos juntos dos alunos e colegas, bem como a presença de computadores ligados à internet para uso dos alunos.” (p. 65)
Segundo Cohen (2005), dir-se-ia que foi usada uma amostra não-probabilística. 

O questionário usado foi objeto de validação prévia?
Sim, foi enviado a uma amostra de 20 alunos (cerca de 15%) e 10 professores (cerca de 9%), sendo reformulado parte do questionário. (p. 66)

No capítulo da explicitação da metodologia usada há indicações sobre o modo de tratamento dos dados obtidos com a aplicação do questionário?
Faz-se referência ao programa utilizado para tratamento (Excel), mas não como foram tratados os dados. (p.67)

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